Vinhetagem em Photoshop

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Andei a brincar com uma imagem que tirei há já uns bons meses, mas que só agora scanei (até parece que ando numa de Winogrand a revelar meses depois de tirar 😛 ). Trabalhando a imagem, passei-o para preto e branco (usando o Channel Mixer com um filtro amarelo, por dar o toque que mais me interessava).

Por fim achei que lhe devia dar uma vinhetagem ligeira, que creio que reforça a imagem. Encontrei um pequeno tutorial interessante com um método em http://digital-photography-school.com/. É um processo simples:

– Cria uma selecção para a área da vinhetagem. Como a minha imagem é quadrada, criei uma selecção quadrada distanciado da margem 100 pixeis (dos 2500 da imagem).
– Entra no modo quickmask (Q). A selecção fica transparente e a área não seleccionada (externa) fica vermelha.
– Aplicar um Gaussian Blur, e manipular o valor para ter o gradiente desejado na área vermelha da máscara. Eu usei um valor na ordem dos 70.
– Remove o quickmask (Q). Deve ficar uma selecção quadrada de cantos redondos.
– Inverte a selecção (shift + ctrl + I).
– Aplica uma nova camada de ajuste de cor sólida preta. Altera a opacidade para o valor desejado (coloquei-o na ordem dos 70).

Et voilá. Simples e funcional

Vista e cor… um problema?

No fim de semana decidi tentar calibrar, dentro do possível, o monitor do portátil que tenho, e que está com Vista. Escrevi “tentar” porque 1) o monitor é quase incalibrável (LCD e muda facilmente o contraste consoante o ponto de vista, infelizmente e 2) não encontrei os controlos de calibração do Adobe Gamma, que estava habituado a usar no desktop e 3) não tenho nenhum equipamento de calibração. Na verdade o único controlo que encontrei foi o da placa gráfica, no painel de controlo da NVidia.

De qualquer forma, tentei procurar informação sobre a calibração de cor no Vista, a ver onde encontraria o Gamma no meio daquilo e encontrei um artigo/post no Digital Outback Photo. Trata-se de um artigo publicado inicialmente no Cromix Newsletter #26 (escrito por Steve Upton) em que o autor apresenta informação sobre o tratamento de cor nos sistemas MS Windows (passado e presente). O artigo merece uma leitura atenta, especialmente se estiveres atento a questões de cor e calibração da cor no teu workflow de imagens.

Resumidamente, a Microsoft apresenta no novo S.O. um novo sistema de gestão de cor (CMS) – Windows Color System (WCS). O WCS vem substituir o CMS anterior – Image Color Management (ICM) e que era baseado em perfis ICC. O WCS tem sido desenvolvido pela Microsoft em parceria com a Canon. O WCS não é compatível com ICC (são estruturas de informação diferentes) mas é possível a conversão da informação. No Vista, ainda é possível usar perfis ICC desde que todos os perfis em uso são ICC. Caso contrario, WCS é usado e os ICCs são convertidos para a estrutura WCS. Mais, os perfis WCS podem ser embutidos nas estruturas do ICC. (Confusão, né?… Eu sei…) As conversões no WCS são calculadas “on the fly”, sendo rápido e eficiente. Os perfis WCS também armazenam informação do ponto negro.

No entanto, apesar das vantagens que o WCS apresentaa (e estão listadas no artigo), há problemas associados… que aparentam ser mais do Vista do que própriamente do WCS. O primeiro que salta á vista no artigo é a dificuldade em carregar as curvas de calibração dos monitores. É um problema de conflitos de carregamento das Tabelas de consulta (lookup tables – LUT). O Windows sempre dependeu de aplicações externas para carregar esses dados (nos MAC é carregado no arranque desde o OS 8). Como tal, duas aplicações podem ter LUTs diferentes carregadas.

O segundo problema que chama a atenção é o “bug” da autorização. Se já usas ou usaste o Vista, é natural que tenhas ficado farto do contínuo pedido de autorização para efectuar uma tarefa administrativa. E quando isso acontece, o ecrã escurece. Pois é, esse escurecimento é algo que altera os perfis de cor carregados! Ou seja entras no Vista, carregas a calibração do monitor com uma aplicação externa, e 5 minutos depois num pedido de acção administrativa, a calibração é alterada na gráfica (para o escurecimento) e nunca é reposto… é facil perder confiança na calibração que tens, com o Vista. Felizmente é possivel eliminar a alteração desligando o UAC e o escurecimento do ecrã (ver: disable user account control uac the easy way on windows vista & make user account control uac stop blacking out the screen in windows vista )

Naturalmente o WCS parece interessante e um avanço no tratamento de cor no Windows. Mas os problemas que o Vista apresenta são problemáticos e até “corrigidos”, poderá ser problemático usar o WCS eficientemente, especialmente a um nível profissional onde é necessário garantir precisão na côr. Mas convém ler o artigo completamente para ter a correcta percepção da questão da gestão da cor no Vista.

Agora já só falta calibrar o monitor….

Desatenção, desleixo…

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O que não mencionei no post de ontem foi o quão mau saí fotograficamente,no domingo. Para já, saquei muito poucas fotos. Estava mais interessado em andar e ver andar que andar com a máquina na mão. É uma “mudança” que ás vezes apetece. E quando se está com a máquina, nestas condições, o desleixo aumenta, e os detalhes escapam.

Esta foto e a do post de ontem é exemplo… Dois bons toques, duas fotos relativamente fraquinhas. E porquê? Total desatenção aos detalhes.

Basicamente para as duas fotos, usei um esquema de duas luzes (em cross-lighting). Mas se olhares bem para as imagens, só há luz de uma fonte. Que aconteceu, perguntas? Desleixo e desatenção! Geralmente tenho os dois flashes (Metz 54Mz-4) na mochila, uma com sapata para a máquina e outra com a célula fotossensível montada (SCA 3083). Visto que tinha os dois flashes afastados, montei a ligação por rádio – transmissor na máquina, e receptores nos flashes. E se tiveres mais atento que eu a ler isto, já terás percebido o problema – receptor montado na sapata da célula….

A base da célula é visualmente idêntica às sapatas “normais” do flash e não tem qualquer contactos externos. Ao ligar a receptor ao flash nada acontece. Carrego no botão do teste do transmissor e o flash não dispara. Ver settings, botões de power, etc.. teste… nada. Aliás de vez em quando até disparava, aleatoriamente, porque o segundo flash também estava ligado e por vezes a célula disparava e por simpatia, em vez de ser por estar ligado ao receptor. Esquisito não é? Acredita que sim! Só detectei o erro quando olhei para a frente do flash e vi a janela da célula… e aí já era “tarde demais”.

De qualquer forma, a desatenção do estado do equipamento (o acessório ligado a ele) comprometeu completamente a imagem ao nível da luz. Queria duas luzes, fiquei só com uma. A escolha da lente / composição também não foi a mais famosa. Tele na vertical neste corrimão funciona bem, ou a fisheye numa posição mais paralela ao obstáculo. Fica para a próxima.

E fica atento ao que fazes!

Go Skateboarding Day

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Ontem foi um dia bem divertido. Já fazia algum tempo que pegava no skate para andar. Pelo menos num skateparque para mandar uns toques. De vez em quando ainda há hipótese de dar umas voltas pela rua e assim. Mas com trabalho e tarefas, tempo para dar um giro sobre a tábua escasseia…

Ontem foi o primeiro dos eventos do Go Skateboarding Day em Ovar. O dia oficial é apenas quinta, mas o povo de la organizou parte do evento no domingo, com o intuito de sensibilizar a comunidade para o estado do skateparque, que realmente necessita de manutenção. É um parque com muitos anos e naturalmente precisa dos toques.

Infelizmente o dia de manhã esteve com um tempo muito mau, e não foi possível skatar no parque de manhã. A alternativa do o estacionamento subterrâneo do antigo Modelo. Foi uma session divertida e simples lá por baixo. Alguns jogos de skate amigáveis e afins.

Felizmente o dia clareou e permitiu uma tarde muito boa. O parque esteve cheio de pessoal, coisa que já nãi via há anos, literalmente. E deu para estar com amigos que já não via há bastante tempo como o Diogo e povo que costuma estar na Gafanha e o Dantas que anda por Lisboa. Também o pessoal que andava antigamente de Ovar esteve presente. Também deu para ver que há sangue novo que está com o nível bem alto, como o Renato Aires que atirou-se ao corrimão que antigamente toda a gente tinha “medo” de dar. Boardslide e 50-50 (a foto de cima), foram os toques dados. Espero na quinta ver o 5-0!

Tech Week #1 – Backups – III

No ultimo post, falei sobre os meios tecnológicos que podem ser usados para suportar os dados do backup. Vamos ver melhor alguns esquemas de utilização.A melhor escolha para a tua situação dependerá naturalmente da quantidade dos dados que geras, e a importância das mesmas.

Organiza-te!
Algo que ajuda imenso na decisão dos métodos de backup ideais está ligado à organização que dás aos dados. Tudo ao molho complica ou limita as decisões. Já uma boa organização da informação poderá simplificar em muito o processo.

Por exemplo, usar pastas bem seleccionadas para suportar os conteúdos. Uma pasta para trabalhos com subpastas de cada trabalho; Uma pasta dedicada a fotografias com pastas para o tipo de imagem (trabalho, familiar, produções finais, impressões); Pastas para os multimédia – musicas, filmes, livros electrónicos, podcasts…). Este tipo de separação ajuda em muito a classificar os dados quanto à sua importância. Trabalhos, são sem duvida, dos dados mais valiosos que se tem, pois geralmente são as que dedicamos mais tempo a criar. Documentos, relatórios, produções de imagem, base de dados, etc… Se bem que, depois de realizar a primeira vez, poderão ser novamente efectuadas, a perda de tempo necessário para a reprodução é insuportável. Logo estes são os dados que tem de ser salvaguardados em primeiro lugar e mais frequentemente.

Para esse efeito, o CD ou DVD é a melhor solução. São baratos, e tem uma capacidade suficiente para suportar muitos dados, sem exagerar. Se determinado projecto ou conjunto de projectos rondar os 500MB de dados, um DVD, pode ser utilizado para armazenar umas 8 versões dos dados. A gravação é rápida, é barata o que admite múltiplas cópias de dados, e são óptimos para arquivo. No caso de fotografias, é muito fácil organizar sessões de imagens por data e ir inserindo em DVDs á medida que se tenham acumulados imagens suficientes. Considerando as dimensões dos ficheiros que as máquinas habitualmente gerem, facilmente se enche um DVD. De qualquer forma, este é o tipo de dados que é muito importante “ir guardando”. É muito importante fazer periodicamente o backup da informação. Diário, semanal, mensal… depende da quantidade e frequência de criação de dados. O mais difícil, especialmente tendo em conta que exige a acção directa do utilizador, é mesmo criar uma agenda de backups e mantê-lo.

Uma opção também interessantes é usar espaço web para armazenar versões dos ficheiros. Este é particularmente útil se as dimensões dos ficheiros são reduzidos (até alguns megas). Basta ao fim do dia de trabalho enviar o ficheiro por FTP para o servidor. Se a maquina local falhar, há uma cópia remota que poderá ser recuperada.

Se a situação de “acção directa” incomodar, uma solução mais automatizada é necessária. Neste caso, discos externos são ideais. Existe diversos softwares que permitem efectuar cópias de segurança dos dados. E facilmente podem ser colocados numa drive externa. O próprio Windows XP já inclui um aplicativo de backups. Podem encontra-lo navegando no menu de programas a Programas -> Ferramentas do Sistema -> Backup.

O Backup do Windows uma aplicação extremamente simples, e muitas vezes desconhecida (eu mesmo descobri-o há muito pouco tempo). Podes definir quais as pastas a armazenar, e onde armazená-los. Geralmente é gerado um ficheiro com o backup efectuado. Também é possível agendar a tarefa do backup criado, com a frequência desejada e no modo desejado – completo, incremental, diferencial, etc… Podes por exemplo seleccionar as pastas importantes e guarda-los num ficheiro, outros dados noutro backup, os dados do sistema noutro. Cada backup é um ficheiro (com os restantes ficheiros guardados lá dentro.. podem imagina-lo como um zip. Localmente (isto é guardando os dados de um computador no próprio computador), é bastante eficiente. Uma grande vantagem que tem é que consegue efectuar copias de ficheiros em uso – como o ficheiro do Outlook que geralmente está sempre aberto. Se os ficheiros gerados forem pequenos, podem ser facilmente armazenados num DVD para arquivar, ou copiar para um disco que fica off-line. Um artigo sobre o backup do Windows que recomendo é 10 things you should know about Windows XP Backup.

Infelizmente não está muito documentado (ou na altura tive dificuldade em encontrar a informação que eu queria). Já o utilizei nalguns ambientes mais complexos – guardando os dados de dois computadores para o mesmo disco. Basicamente cada computador fazia o seu backup para uma pasta própria num disco externo ligado a uma das máquinas. No disco da própria máquina, tudo corria ás mil maravilhas. Do computador ligado por rede, por vezes não encontrava a pasta partilhada/ficheiro onde devia armazenar o backup efectuado. Também, agendar a tarefa tendo em conta permissões da AD pode ser mais complexo do que possa parecer… Um último problema era que cada backup duplicava os dados (apesar de ter escolhido backups diferenciais) e facilmente enchia o disco (cada backup gerava cerca de 60GB). Não sei bem como, mas eventualmente (suponho) a aplicação fazia um backup completo dos dados e livrava o espaço das versões completas e diferenciais anteriores. Mas localmente, funcionava (e ainda funciona) na perfeição.

O backup do Windows é óptimo porque é simples e gratuito. No entanto há outros aplicativos no mercado. WinBackup e soluções da Norton são exemplos. Por vezes os próprios discos externos tem software proprietários que permitem fazer backups. Podem ser soluções que vão ao encontro das tuas necessidades.

Acabamos de ver que os dados importantes e gerados mais frequentemente devem ser prioritariamente salvaguardados. Guardar versões também é útil – sempre é uma cópia extra, mesmo que não completa. Num projecto em que estou a trabalhar actualmente, o meu backup é, na prática, diário. Não só serve como forma de entrega, mas garanto a salvaguarda de múltiplas cópias do ficheiro, mesmo que incompletas (mas que com um pouco de trabalho, ficam “refeitas”). Agora como tratar os dados menos frequentes, e menos importantes. Um exemplo são músicas e vídeos, podcasts, publicações web, etc.

Vale a pena criar um backup com esses dados? Depende da importância que lhes dás. Boa parte desse tipo de dados é geralmente “descartável”. Digo descartável porque boa parte é de uso temporário. Vemos o filme ou podcast uma ou duas vezes e nunca mais lhe mexemos. O mesmo acontece com alguns álbuns. Mais, boa parte desses dados podem ser readquiridos sem grande esforço. Cabe então a cada um escolher o que é importante e se compensa o pequeno ou grande investimento nos meios para armazenar a info. Recomendaria armazenar os conteúdos mais utilizados ou favoritos, no mínimo, e também materiais, quer vídeo, áudio ou literário didáctico (por ser uma referência que se consulta com frequência) em arquivos externos como o DVD.

Se o investimento não for problema, conjuntos de discos externos podem ser uma solução. Manter um conjunto em ligação continua ao computador e utilizar um segundo conjunto para guardar o backup e armazenar off-line. Rotatividade periódica dos discos pode ser interessante, mas é necessário ter cuidado para não eliminar cópias únicas de ficheiros no processo de troca. Mais informação fica concentrada num espaço fisicamente mais pequeno.

NAS
Estas soluções são óptimas para um computador singular. Mas se se trata de uma rede de computares (doméstico) a coisa fica mais complicada. Imagina a situação de uma família com vários PCs (pa
is + filhos), ou uma pequena empresa com vários PCs funcionamento. Todos usam o seu próprio computador para gerar dados. A solução mais óbvia e comuns é cada um ficar responsável pela salvaguarda dos seus dados. Mas porque será natural existir uma pequena rede interna, com ou sem fios, e é muito natural que haja partilha de informação (especialmente multimédia), uma solução de centralização de dados poderá ser uma mais valia. Um NAS será sem duvida uma óptima escolha.

Como vimos anteriormente, o NAS significa Network Access Storage, ou seja armazenamento em rede. Neste cenário, teremos um ou vários servidores cuja função é exclusivamente armazenar informação. Para o cenário caseiro, computadores tornados obsoletos podem ser recuperados para esta função, já que não necessitam de ser muito exigentes ao nível de requisitos de processamento. O equivalente a um Pentium IV é mais que óptimo. Basta a placa de rede rápida e memória RAM extra. Para esta situação, o sistema operativo Linux é muito apropriado pelos poucos recursos que exige, especialmente para as versões server que não tem ambiente gráfico, e a disponibilidade de software gratuito e dedicado à função.

São também conhecidos como “file servers” por fazerem isso mesmo – servir ficheiros. Cada utilizador da casa poderá ter uma quota de espaço pessoal no servidor e um conjunto de pastas acessíveis a todos. Multimédia pode ser distribuído pelas pastas partilhadas; documentos e trabalhos pelas pastas pessoais. Este armazenamento centralizado pode complementar o armazenamento pessoal ligado directamente a cada computador e servir de cópia complementar. O backup a partir do servidor de ficheiros torna-se simples, pois é um backup dos ficheiros da própria máquina. Até pode haver uma segunda máquina dedicada ao processo do backup, salvaguardando os dados no servidor de ficheiros E os das maquinas individuais, se necessário.

O NAS apresentado no último exemplo, como servidor de ficheiro, pode servir para efectuar backups, mas não parece estar optimizado para o processo devido á falta de automatização. Mas se lhe dermos essa característica, torna-se uma ferramenta poderosa na salvaguarda dos nossos dados. Para obter essa autonomia, basta inserir-lhe um software que permita buscar, de forma automática e periódica, os ficheiros a cada computador ligado na rede. Conseguindo isso, terá um computador dedicado ao processo dos backups de todas as maquinas ligadas na rede. Automaticamente. No caso do Windows, não conheço o software (penso que a Norton tem e provavelmente alguma versão cara do WinBackup permite isso), mas para o Linux, existe uma aplicação interessante chamado BackupPC, e que faz isso mesmo. E não está limitado a backups a maquinas Linux; correctamente configurado consegue efectuar os backups a máquinas Windows e MAC (lindo, né?). Nesta máquina, RAID e/ou rotatividade de discos são óptimas adições para melhorar a configuração e aumentar a segurança! Por ser centralizado, exige alguns cuidados extras, como garantir que a maquina esteja ligada nas horas importantes do backup, e alguma protecção contra falhas de energia ou picos de tensão.

Tipos de backup
Um conceito que me esqueci de explicar foi o dos tipos de backup, mais propriamente os que mencionei já neste post. Essencialmente há dois tipos, e ligados á forma como é efectuado a copia. São o “full backup” (completo) e o incremental. No completo, todos os dados são armazenados/copiados. No incremental, apenas os novos ou alterados desde o último backup completo são acrescentados. Geralmente o processo de backup inicia-se com um backup completo, segue uma temporada (uma semana por exemplo) com backups incrementais periódicos, e após algum tempo efectua novamente o backup completo. O processo é cíclico. Este processo de utilização de incrementais é mais eficiente, por exigir menos tempo de transferência de dados e ocupar menos espaço.

Os restantes modos, cópia, diário, diferencial, etc.. são derivados destes. Estes que mencionei são específicos da aplicação do backup do Windows.

Os problemas que não devem ser esquecidos!
Por fim, vou mencionar apenas alguns problemas que devem ser tidos em conta com backups, e pensados para os percaver, e mencionados no site do Backup Critic:

O problema da frequência – imagina que passaste um dia completo á volta de um ficheiro, e no fim do dia por distracção, apagaste-o. Lá se foi o dia de trabalho! Meso que efectuasses o backup diário, essa periodicidade não foi suficiente para evitar a perda de alguma informação. Existe sempre um período finito de risco de perda.

O problema da distância – estas longe de casa, e, apesar de efectuares backups frequentemente, houve um desastre (como um incêndio) que te destruiu todos os meios de armazenamento. É para estes tipo de casos que a adição de uma solução remota é importante, pelo emnso para os ficheiros mais importantes.

O problema da retenção – este prende-se com o numero de cópias de backups efectuados. Imagina que um vírus ataca o sistema, mas só o descobres após algumas semanas. Nesse período continuaste a efectuar backups do sistema, mas que se sobrepuseram a copias do sistema quando estava limpa. O que poderia ser simples (limpar o vírus e repor o sistema limpo) ficou complicado por não teres cópias do sistema quando estava limpa.

O problema da obsulência – trata-se de meios… vamos supor que tinhas um trabalho importantíssimo que realizaste há uns valente anos e que estavam armazenados em floppies .. do grandes! Vamos supor que hoje precisas desses mesmos dados. como recuperar? hoje em dia é quase impossível encontrar máquinas com esse tipo de drive de leitura. O mesmo está prestes a funcionar com os sistemas Beta/VHS e CDs, e algum tempo mais para a frente será os DVDs.

O problema da degradação do meio – nenhum material é perfeito. Uma das razões para o backup é guardar os dados precavendo avarias, mas os materiais em que guardamos cópias também podem se estragar!. Convém periodicamente verificar o estado dessas cópias para garantir que estão acessíveis. Este é um problema grave que irá afectar muitas famílias ao nível de das fotografias digitais. Um dia, sem saber, os CDs com as únicas cópias das fotos estão inúteis e as imagens perdidas para sempre.

Como podem ver existe sempre um factor de risco extra, mesmo efectuando backups…

Por hoje é tudo. Para a próximo deverei descrever melhor o processo de backup que tenho em mente, para os meus futuros backups.

A Serie TechWeek#1 – Backups
Backups I – O porquê;
Backups II – Os conceitos e tecnologias;
Backups III – Soluções, Tipos, e problemas

Tech Week #1 – Backups – II

Continuando da primeira parte, vamos olhar a algumas opções de armazenamento de dados disponíveis, e recomendáveis para processos de backup. Mas antes de ver os componentes específicos, vamos ver alguns conceitos:

  • Armazenamento on-line/off-line
    O conceito de on-line e off-line ao nível do armazenamento prende-se com a forma como é guardado o hardware que suporta os dados. On-line refere-se ao meio ligado à máquina de armazenamento. Off-line significa que é removível do computador, mas mantém os dados. Off-line é uma boa sugestão para backups. Armazenarenas os dados no equipamento, e depois guardas noutro local que consideras seguro. Os dados ficam armazenados e sem o risco de serem mexidos.
  • Tecnologias e equipamentos
    Apesar de existirem diversas tecnologias para o armazenamento de dados, as três principais em uso são os meios ópticos, magnéticos e electrónicos.

    Dos três, talvez o mais importante seja o magnético. Antigamente eram as disquetes, hoje são discos duros de grande capacidade e as cassetes de armazenamento. As cassetes são um meio típico em uso em empresas, mas tem um custo relativamente elevado. As cassetes ou fitas magnéticas tem capacidade para algumas largas dezenas de gigabytes de capacidade. No entanto a escrita é lenta e o equipamento de escrita e leitura é cara, e portanto geralmente fora do alcance e desnecessário para utilizadores comuns.

    Já os discos duros estão bem mais em uso, com capacidades elevadíssimas – das largas dezenas ao milhar de gigabytes – e com o preço a descer à velocidade de um avalanche. Um disco de 500GB, externo, já só custa 100-140€ – menos de 30 cêntimos por Gigabyte. Há com três “sabores” – “Micro-drives”, mais parecidas com cartões de memória compact flash; discos de 2,5″ típico dos computadores portáteis; e discos de 3.5″ mais comuns nos computadores. Os mais pequenos são naturalmente mais caros e com menos capacidade, no entanto são bem mais portáteis, e geralmente as versões com caixa externa não necessitem de alimentação própria, bastando a alimentação de uma porta USB. No caso de backups, o ideal será o formato maior, quer pelo custo, quer pela característica estática do equipamento (não faz muito sentido arriscar a destruição da tua cópia de segurança com transportes…).

    Dos sistemas ópticos, o CD e DVD estão mais que implementados no mercado, sendo o DVD o “rei”. Tratam-se de bolachas plásticas em que os dados são queimados na superfície do disco através de um laser e a leitura é feita também por um laser. Os DVDs suportam cerca de 4.7 gigabytes por disco com um custo reduzido (0.30€ – 1€ por disco), se bem que há deles de dupla face com o dobro da capacidade, mas naturalmente mais caros. Agora começam a surgir os HD-DVD e Bluray, com suporte para 30-50GB num só disco, mas dada a “novidade” ainda são um meio muito caro para o utilizador doméstico. Este tipo de disco é óptimo pela facilidade de arrumação – guarda-se numa caixa ou empilhada numa cakebox. Apesar de haver deles re-graváveis, a grande maioria é de apenas uma gravação, o que significa que uma vez gravado os dados, não mais poderão ser alterados – uma protecção óptima para um backup.

    Devido à sua natureza óptica, é necessário ter cuidados extra com o seu manuseamento para preservar a face de leitura dos dados de riscos que poderão comprometer os dados armazenados. É necessário ter também cuidado com a preservação – alguns materiais usados no fabrico não garantem a durabilidade a longo prazo da informação. Corrosão e humidades podem provocar danos irreversíveis. Até as tintas usadas podem comprometer o disco (já tive alguns – poucos – em que a tinta da superfície superior descolou, tornando o disco inútil). Mas existem com diversos, materiais – uns mais caros que outros, e portanto deve ser tido em conta a importância dos dados na altura da compra.

    Um aspecto óptimo dos DVD é que, apesar de ser mais pequeno em capacidade que um disco, se tiveres um conjunto de DVDs e um se estragar, apenas perdes uma parte dos dados da colecção; já se um disco rígido vai à vida, lá se vão os dados todos…

    Distribuição e replicação
    Já foi mencionado que uma das formas importantes de salvaguardar os dados é a criação de redundância. Uma forma possível é a distribuição de dados por vários computadores. é uma solução que faz sentido com redes de computadores, e com conjuntos de informação que convém estar constantemente disponíveis. Os dados de uma máquina são replicados em várias máquinas da rede. Se uma falha , há cópias da informação noutros locais, e não deixam de estar acessíveis.

    Para soluções localizadas, um método de redundância existente para discos duros é o sistema RAID. RAID significa Redundant Array os Independent(Inexpensive) Discs – vários discos a funcionar como um único. Existem vários modos de RAID, identificados por números – 0, 1, … em que os mais comuns são o 0, 1, e 5.

    Em RAID 0, dois discos são usados como se apenas um se tratasse, com a soma da capacidade de âmbos. Assim dois discos de 250Gb funcionam como 1 de 500Gb. Parece uma boa solução, mas acredita que, se queres guardar dados a longo prazo, é de esquecer. Os dados são divididos por ambos os discos e se um falha, lá se vão os dados dos dois (já o vi a acontecer :S)! É óptimo para armazenar dados pouco importantes ou com curto prazo de necessidade e é rápido (porque os dados são divididos pelos dois discos e armazenados em paralelo). Mas para salvaguardar dados por um período longo é um risco demasiado grande.

    RAID 1 utiliza pelo menos dois discos e espelha-os. Ou seja dois discos de 250Gb funcionam como um de 250Gb e um é espelho directo do outro. É um óptimo sistema, pois mantém sempre duas cópias da informação, bastando estar um em funcionamento para garantir continuidade de dados. Se um falha, o outro tem os dados intactos. No entanto utiliza apenas 50% da capacidade total dos discos. Se tiveres 3 discos de igual capacidade disponíveis, este pode implementar um sistema de rotatividade interessante – em qualquer momento há dois discos em uso no RAID1, e um off-line com os dados de até determinado período. Periodicamente a troca entre o que está off-line e um em funcionamento pode ser feito para garantir uma grande quantidade de dados existentes até determinada altura. No entanto é necessário ter cuidado com dados entretanto eliminados…

    RAID5 utiliza 3 discos no mínimo e mantém um esquema de paridade de dados entre os discos. Se um falha, o sistema funciona normalmente com os outros dois. Basta substituir o que falhou por um novo e o arranjo é reconstruído sem perda de dados. Também é aproveitado melhor a capacidade dos discos. Mas é claro que não é perfeito.. se dois discos falharem, capute…

    O RAID é geralmente efectuado através de controladores de hardware específicos mas também é possível por software. Algumas motherboards já a incluem, se não me engano, mas é possível adicionar os componentes necessários para o efectuar. Também existem equipamentos de armazenamento externo com RAID implementado, mas que é naturalmente uma solução mais cara.

  • DAS e NAS
    DAS significa “Directly Attached Storage” e NAS significa “Network Attached Storage”. No primeiro, o equipamento de armazenamento está ligado directamente ao computador – o perfeito exemplo é o disco externo. No segundo, o equipamento está à distância, ligado através de uma rede, seja interna (LAN) ou externa (Internet). Ambas são boas opções, dependendo das quantidades de equipamentos disponíveis. Para apenas um computador
    com dados a salvaguardar, o DAS é a solução típica; para um conjunto de computadores em rede, o NAS poderá ser a melhor solução, se bem que sempre mais cara..

    As NAS também vêm com muitas variedades e preços. A força principal dos NAS são servidores dedicados ao armazenamento. Geralmente tem grande poder de processamento e grande capacidade de armazenamento… e são caros! Óptimos para empresas com grandes fluxos de dados, mas “overkill” para o utilizador doméstico. Mas os NAS não estão limitados a servidores poderosos. É possível construir um NAS de baixo custo / pouco investimento. Se tiveres algum equipamento mais antigo disponível como um PC com alguns anos mas ainda funciona, basta arranjar os discos para armazenamento e a placa de rede. Falarei melhor desta solução nos próximos posts. A outra opção são discos NAS dedicados. São basicamente discos externos, mas com controladores de rede integrados. E sem duvida uma forma simples de partilhar dados entre vários computadores. Por exemplo quer a Iomega quer a Lacie produz uns com o RAID implementado, como também os discos externos simples e com o controlador de rede. Estes últimos são pouco mais caros que os discos externos USB e uma solução interessante para partilhar informação.

    Conclusão #2
    Enfim, o post vai longo, mas ficam alguns conceitos dedicados ao tema e que serviram para encontrar soluções. Esse aspecto fica para o próximo post!

    A Serie TechWeek#1 – Backups
    Backups I – O porquê;
    Backups II – Os conceitos e tecnologias;
    Backups III – Soluções, Tipos, e problemas

  • Tech Week #1 – Backups – I

    Vou iniciar uma rubrica não regular no blog. Vou dedicar uma semana a um tema principalmente ligadas a temas tecnológicos (ligadas directa ou indirectamente à fotografia). E porque nestas ultimas semanas tenho andado às volta com backups e sistemas de backups, decidi falar no blog sobre isso,

    Porquê precisas de um backup?

    Porque é uma chatice do caraças perder todo aquele trabalho que passaste tempos a realizar, os documentos que perdeste imenso tempo a escrever e a compilar, e os dados que foste recolhendo e organizando!

    Algo que geralmente não percebemos é o risco a que estamos sujeitos com o uso de sistemas computacionais – é que os sistemas computacionais não são à prova de falhas. E quando descubrimos, é pelas piores razões. O hardware pode falhar por desgaste de peças móveis, defeito de fabrico, condições atmosféricas, sobrecargas energéticas, descuído… A própria forma de utilização do equipamento (PCs principalmente) representa um risco, principalmente por descuido ou desconhecimento relativo aos vírus e às formas como se propaguem, mas também pela desatenção na utilização do equipamento – o típico apagar um ficheiro sem crer, pensando que era outro ou que estava noutro sitio.

    Se bem que não podemos garantir a salvaguarda de dados a 100%, é possível reduzir em muito a possibilidade de perda. O principal método de diminuir o risco é o uso de boas práticas na utilização e gestão de equipamento. Não tenho números para suportar isto, mas diria que grande parte das perdas de dados se devem ao mau uso do PC. Especialmente por aqueles que não tem muito conhecimento técnico sobre como funciona a “maquina”. Digo isto porque quem sabe como funciona internamente o equipamento terá boa ideia das possíveis falhas. Veremos algumas ideias a ter em conta neste aspecto.

    O segundo método de diminuir o risco, e que suporta as falhas do primeiro, é a criação de redundância dos dados. Copias da informação. Se uma falhar, existe a copia. E se esta redundância for criada de uma forma automatizada, tanto melhor! Existem muitas opções no mercado para esse efeito. Alguns são sistemas carrissimos que saem fora do âmbito deste conjunto de posts, mas naturalmente existem muitas mais opções para sistemas simples. Tendo em conta o baixo custo actual dos equipamentos de armazenamento de dados, é possível fazer muito com pouco.

    Boas Práticas

    Deve haver uma lista enorme de boas práticas para salvaguardar dados. Eu posso mencionar alguns pontos, que ajudam a preservar dados. As dicas que seguem são principalmente ligadas ao Windows por ser a que mais utilizo. Tenho algum conhecimento dos sistemas em Linux (mas ainda não são muito profundos), e nenhuns do OS da MAC (espero que deixem comments nesse sentido), portanto é dificil dar muita informação nesse sentido. Aqui vai:

  • Utilize Partições – Da próxima vez que formatar a o disco para instalar o SO de novo (como por exemplo depois de um ataque de um virus, ou uma falha geral do SO), crie partições. Partições não são mais que divisões lógicas da informação no disco. A maioria dos computadores vem novos com um disco de grande capacidade, mas apenas com uma partição (conhecido tipicamente como “disco C”). Nesta situação, quando guardas informação, geralmente guardas algures na pasta “Meus documentos” do Windows ou no “/home” do Linux. E desta forma os teus dados (docs, videos, musica, fotos, etc) ficam misturadas no mesmo disco que os ficheiros de sistema. Se houver uma falha no sistema, dificilmente terás acesso aos teus ficheiros. Quando acontece, normalmente o disco é formatado de novo e perdes tudo – sistema E dados.

    Com partições, crias divisões lógicas no mesmo disco. É como ter vários discos num só. Há software que permite fazê-lo sem perda dos dados já existentes (como o Partition Magic ou o LVM no caso do Linux), mas nunca usei. Geralmente faço na altura da formatação do disco. A ideia é deixar espaço suficiente para o sistema e os programas q iremos instalar (20-30GB é mais que suficiente para a grande generalidade das pessoas), e com os espaço que sobra manter uma ou duas partições. No caso do Windows, o que fica das partições são novos discos no SO – tipicamente indexados nas letras seguintes e de forma sequencial – D:, E:, … No caso do Linux pode ser montado como qualquer pasta que se deseja, como por exemplo montar a partição na pasta “/home”. A partir do momento de instalação, os dados devem ser armazenados nessas partições novas.

    Qual a vantagem? Assim, o sistema e os dados ficam separados de uma forma lógica. E se tiveres necessidade de repor o sistema, apenas necessitas de formatar a partição com o sistema (C:) que os restantes mantém-se intactos. Preferes usar “Os Meus Documentos” como destino dos ficheiros? Uma solução para integrar com as partições é criar atalhos das pastas onde armazenas os dados nas partições dentro de “Os Meus Documentos”. Assim, quando guardas um ficheiro dentro duma pasta de “Os Meus Documentos”, na realidade estás a guarda-la dentro da pasta presente na partição dos dados.

  • Utilize o caixote do lixo!
    Não é só na rua. É também no PC. A combo Shift+Del é perigosa e pode-se apagar o ficheiro errado… para sempre! Se for para o caixote do lixo, é sempre possível ir lá buscar.
  • Use protecção
    Antivirus, anti-spyware e firewalls são essenciais para proteger o PC de elementos maléficos que entram pela rede. Convém estar sempre configurados e actualizados. Mas acima de tudo, é preciso usar a cabeça. Cuidado com os links do MSN (especialmente se aparecerem do nada e com endereços russos ou estranhos), dos spywares e outro tipo de wares que vem nas instalações de algumas aplicações, e dos links em mails. São os típicos pontos de entrada dos vírus no computador.
  • Guarda os dados periodicamente
    Convém fazer backups periodicamente. Como costumam dizer e com toda a razão, cria uma agenda e mantenha-o de forma rigorosa! Mais sobre isto nos próximos posts.

    A minha maneira
    Backups sempre estiveram presentes no meu workflow. A razão principal era a constante falta de espaço nos discos. Como em qualquer tipo de esquema de armazenamento, por mais espaço que tenhamos, precisamos sempre de mais!

    Geralmente faço backups para DVD. É uma solução barata tendo em conta o espaço de armazenamento. E não requer grande investimento pontual. Posso ir adquirindo packs à medida das necessidades. Especialmente para fotografias, faço sempre duas cópias. Depois guardo cada um em sítios diferentes (um está numa capa, e que tem mais acessos; a outra cópia fica numa cake-box). Em muitos casos, como são as únicas duas cópias que tenho (tinha que eliminar as imagens para libertar espaço em disco) se uma falhar, a outra está preservada e poderei fazer novas copias.

    Há pouco tempo atrás, adquiri um disco externo de 250Gb o que é óptimo e estava destinado a manter a colecção fotográfica (apenas) mas infelizmente a falta de espaço noutros discos obrigou-me a começar a misturar outros tipos de dados. No entanto, continuo a realizar periodicamente a dupla cópia de backups das imagens, sempre que tenha o espaço de um DVD por preencher. Há quem faça backups imediatos de imagens (mal saem para o PC são armazenados em DVD), mas geralmente não tenho necessidade de levar o processo a esse ponto. Se o trabalho ou conjunto de imagens for muito importante, de certeza que o farei.

    Actualmente estou no processo de organizar dois sistemas de backups. Um é pessoal. Agora que tenho um portátil a meu dispor para al